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quarta-feira, 24 de abril de 2013

Greek Gods


Já o comprei e já o comecei a ler.
Adoro-o, adoro como a educação e a amizade/companheirismo masculino era abordada pelos gregos e adoro a relação entre o Pátroclo e o Aquiles, mesmo ainda sendo crianças, são tão fofinhos *o*
Definitivamente nasci na época errada, a Época Clássica era tão gloriosa.
Recomendo.

segunda-feira, 25 de março de 2013

A Química da Morte

"Simon Beckett é um autor que rapidamente mobilizou a atenção de um público internacional com este seu primeiro thriller protagonizado por um especialista em antropologia forense. Após a perda da mulher e da filha de seis anos, David Hunter escolhe refugiar-se numa aldeia isolada de Norfolk, a tratar dos vivos, tentando esquecer a sua tragédia pessoal. Mas, mesmo aí, o destino obriga-o a lidar com aquilo de que ele pretende fugir... A Química da Morte foi finalista do mais importante prémio deste género literário, o Duncan Lawrie Dagger Award de 2006.
Ao fim de trinta segundos, a sua pele começa a arrepiar-se.
Ao fim de um minuto, o bater do seu coração ter-se-á tornado audível.
Ao virar a última página, dará graças por se tratar de uma obra de ficção."
"Um corpo humano inicia a sua decomposição quatro minutos após a morte. O corpo, outrora invólucro da vida, sofre então as duas derradeiras metamorfoses. Começa a digerir-se. As células dissolvem-se de dentro para fora. Os tecidos liquefazem-se, primeiro, e gaseificam-se, depois. Já sem estar animado, o corpo torna-se banquete imóvel para outros organismos. Primeiro as bactérias, depois os insetos. As moscas. Os ovos são depositados e depois eclodem. As larvas alimentam-se do rico caldo de nutrientes; em seguida, migram. Abandonam o corpo de um modo ordeiro, umas atrás das outras numa procissão que se dirige sempre para sul, sudeste ou sudoeste, por vezes, mas nunca para norte.
Nesta fase, a proteína muscular do corpo já sucumbiu, produzindo uma potente fermentação química. Letal para a vegetação, aniquila a erva à medida que as larvas percorrem rastejando e formando um cordão umbilical de morte, que se estende de retorno à sua origem. Nas condições perfeitas - de secura e calor, sem chuva - pode estender-se por vários metros, numa vacilante fila dançante castanha, de vermes amarelos e viscosos. É uma visão curiosa, e que pode haver de mais natural para os curiosos do que seguir este fenómeno até à sua origem?"

Este excerto podia ser o início de um livro de Patologia Forense, mas na verdade são os dois primeiros parágrafos deste belo livro. Podem-no chamar de nojento, mas para mim é um belo livro. Thriller e adrenalina percorrem-nos as veias enquanto o folheamos. Nunca sabemos o que há a descobrir na próxima página.
Gostei muito deste livro pelo tema policial forense, pelas descrições explícitas e maioritariamente pelos temas da Antropologia Forense que são constantemente abordados e explicados.

Obrigado Dr. Hunter por me dar mais certezas acerca do futuro que quero seguir.

Uma Morte Súbita


"Uma Morte Súbita é o primeiro livro para adultos de J. K. Rowling. Acolhido com enorme expectativa, este surpreendente romance sobre uma pequena comunidade inglesa aparentemente tranquila, Pagford, começa quando Barry Fairbrother, membro da Associação Comunitária, morre aos quarenta e poucos anos. A pequena cidade fica em estado de choque e aquele lugar vazio torna-se o catalisador da guerra mais complexa que alguma vez ali se viveu. No final, quem sairá vencedor desta luta travada com tanto ardor, duplicidade e revelações inesperadas?"


Esqueçam o Harry Potter. Uma Morte Súbita é um romance sobre a vida real, sobre coisas reais, sem fantasias, ou paninhos quentes. É a verdade nua e crua da sociedade atual. São os pais contra os filhos, os filhos contra os professores, meio mundo contra outro meio mundo. Tudo isto na pequena cidade britânica de Pagford. Temos temas como a adolescência, as drogas, o preconceito, a pedofilia, a toxicodependência, inveja, amor, política e tantas outras coisas.


Tem momentos para rir, outros para chorar. A mim fascinaram-me as personagens adolescentes por me encontrar na mesma faixa etária e as situações serem-me familiares. A autora prende-nos a uma narrativa rica em personagens complexas que nos vais apresentando ao longo da história, não há personagem principal.

Este livro comprova, o já irrefutável lema, que as aparências iludem

É um dos livros que me vão ficar marcados para sempre, aconselho vivamente a sua leitura.

quarta-feira, 6 de março de 2013

Leituras

Hoje andava a passear pela Bertrand quando vejo este livro, "O Canto de Aquiles", chamou-me a atenção pela capa e ainda mais pela sinopse:

"Aquiles, «o melhor dos gregos», filho da cruel Tétis e do lendário rei Peleu, é forte, veloz e belo – irresistível para todos aqueles que o conhecem. Pátroclo é um jovem príncipe inábil, exilado na sequência de um ato de grande violência. Criados juntos por uma questão de circunstâncias, constroem uma ligação inseparável, mas arriscam a ira divina. São treinados pelo centauro Quíron nas artes da guerra e da medicina, mas, quando chegam os rumores de que Helena de Esparta foi raptada, todos os heróis da Grécia são convocados para cercarem a cidade de Troia. Seduzido pela promessa de um destino glorioso, Aquiles junta-se à causa e Pátroclo, dividido entre o medo e o amor pelo seu amigo, segue-o. Mal sabem eles o que as cruéis Moiras lhes reservam…"

As referências das obras clássicas gregas, toda a mitologia grega e a mítica relação entre Aquiles e Pátroclo, são para mim, factos muito interessantes para me sentir tentado a comprar o livro. Tenho de o pedir na lista de presentes ao Pai Natal.