sábado, 3 de abril de 2010

Chocolates e prazeres

Com toda esta conversa dos chocolates e doces (um simples marketing relacionado à Páscoa), lembrei-me de vos falar sobre a minha opinião em relação aos "chocolates" vivos, ou seja, os adorados homens africanos: os pretinhos. Aviso já que não sou racista até já tive amigos de cor e aliás, qual é o mal de preto, amarelo, castanho ou azul ás riscas? "Todos diferentes mas todos iguais" (esta frase dava pra falar sobre muita, mas muita coisa).
Em questões de aparência, a maioria são lindos, musculados e essas coisas (ok, pode ser só um estereótipo -.-')
Agora em questões de (as frases seguintes podem conter conteúdo impróprio para certas mentes) sexo, os homens de cor negra são sempre muito... dotados. Têm sempre pénis enormes que quase me furavam o intestino (ok, estou a exagerar), mas em compensação têm uns rabos lindos, grandes e arrebitados os tipicos bubbles butts que eu adoro (e que por acaso o meu claudito tem um rabinho, ui, ui...), mas sinceramente não gosto de namorar nem ter sexo com "pretinhos", desculpem mas não gosto. Já amizade é completamente diferente. Não me levem a mal por este post, a sério, não sou racista de todo. xD

Fiquem bem e passem uma boa Páscoa.

Boa Páscoa

Com isto tudo que está a acontecer quase me esquecia de vos desejar uma Boa Páscoa, cheia de felicidade, amor, chocolates e coisas fofinhas como estes dois coelhos lindos *-* (mas é claro não são só os coelhos que são fofos xD) LOOL

E quanto ao chocolate, não é o chocolate que engorda, és tu! E podes sempre comer chocolate de soja e amêndoas de pinhão ou do tipo francês. xD O que interessa é celebrar esta data memorável que foi a Ressureição de Cristo.

Beijos!

sexta-feira, 2 de abril de 2010

O primeira dia sem ele (ou não)

Hoje o meu dia foi bastante simples e conturbado.
Estive todo o dia a pensar nele, como é que ele estaria, se estaria vivo ou morto.
Á tarde chorei ao ouvir a música "When you're gone" de Avril Lavigne e a relembrar-me de todos os momentos que passamos juntos.
Estava prestes a entrar numa depressão, já não conseguia ver qualquer demonstração de amor, porque ficava logo enjoado, pensava que estava a odiar o amor por me ter feito aquilo que fez (pleonasmo).
Ás vezes apetecia-me chorar, mas não conseguia, tal era a força com que a dor tinha penetrado o meu corpo. Parecia que a dor nunca mais ia acabar, que ia durar para sempre.
Foi então que o telemóvel começou a vibrar e dizia no ecrã "Amor".
Fiquei em pânico, mas logo atendi e disse "tou" numa voz rouca, pois pensava que era o pai dele a ligar-me.
Depois ouvi a voz dele e aí o meu coração começou a bater mais forte, a chama reancendeu, a parte da minha alma que morrer, ressuscitou. Fiquei mesmo muito contente e ele também, falamos durante algum tempo e digo-vos que vai ser muito dificil ele aceder ao blogue dele, mas ele diz que vai fazer os possiveis.
Ele diz que ainda me ama e eu também disse que o amava e o amarei sempre, independentemente dos outros. Falamos sobre o dia de ontem, sobre os bons e maus momentos, ambos confessamos que faríamos tudo outra vez.
Agora que sei que ele está bem, estou feliz, apesar de agora ser muito dificil comunicarmos. Mas vamos fazer os possiveis.

Já agora agradeço todo o apoio que a "blogosfera" nos tem dado, agradeço-vos do fundo do coração e para provar o meu agradecimento, eu e o Cláudio combinámos em mostrarmo-vos uma prova do nosso amor que também vai servir para vos agradecer.

quinta-feira, 1 de abril de 2010

"Deus escreve direito...

... por linhas tortas"
Hoje entrei na net de manhã e o meu amor disse-me que nos pudíamos encontrar afinal. Esperei ansiosamente pela autorização da minha avó e logo que ela aceitou pus-me a caminho, todo contente.
Cheguei ao Almada Fórum (local onde nós nos íamos encontrar) e então ele abraçou-me muito e eu a ele.
Depois fomos almoçar e a seguir demos umas voltas no centro comercial e depois ele pediu-me para irmos à casa-de-banho, só depois é que me apercebi qu ele me queria beijar dentro de um compartimento mas eu, estúpido, recusei. Continuamos a dar voltas, vimos umas lojas e foi então que descemos para os pisos de estacionamento onde há uma cascata artificial e não estava lá ninguém. Sentámo-nos os dois, juntos, e passado algum tempo (o tempo de eu me mentalizar) beijámo-nos. Foi o meu primeiro beijo a sério, mas foi óptimo, demos umas mordidas no pescoço um no outro e voltamos a beijármo-nos vezes sem conta até vermos que o tempo já estava a passar. Levantámo-nos e fomos para a Decathlon ali perto e pelo caminho apalpamo-nos e demos palmadas no rabo um do outro. Demos umas voltas na Decathlon e depois de muito esforço, ele puxou-me para um vestiário e estivemos lá os dois a beijármo-nos e ele sentou-se no meu colo. Digo-vos foi espectacular, foi o melhor momento da minha vida...
O pior foi quando nós saímos do vestiário e passados poucos segundos apareceu-nos o pai dele à frente, foi aí que eu disfarcei e afastei-me deles. Após dar umas voltas por lá o pai dele veio ter comigo e perguntou-me qual era o meu nome, eu, estúpidamente, disse o meu nome verdadeiro e depois ele perguntou se eu conhecia o Cláudio e eu disse que não. Depois ele puxou o meu amor para a conversa e disse para acabar com a palhaçada. Foi então que ele deu um estalo ao Cláudio, nesse momento senti o choque da realidade abater-se sobre mim. Depois o pai dele chamou-me à parte e levou-me para fora da loja. Disse-me que apartir de agora ia controlar o telemóvel, o computador, ou seja todos os meios de comunicação do Cláudio e disse-me que se eu voltasse a entrar em contacto com ele (Cláudio) que ele (pai do Cláudio) largava a familia para vir atrás de mim e "limpar-me o sebo", passo a expressão que ele utilizou. Depois perguntou-me o número de telemóvel e o número de telemóvel da minha mãe, mas eu recusei tudo. Foi então que lhe perguntei se tinha mais alguma coisa a dizer e ele disse que não.
Dirigi-me aos elevadores e abandonei a loja, nem olhei para trás, para não ver o meu amor sufrer.
Espera ansiosamente pelo autocarro que me levasse de volta a Lisboa e depois apanhei os autocarros para casa.
Agora que estou a reflectir, à medida que escrevo e me relembro de tudo como um filme, sinto a realidade a abater-se sobre mim outra vez. Não o verei mais, não o ouvirei mais, não o tocarei mais, não o beijarei mais.
Por um lado apetece-me comunicar com ele, mas tenho medo: não das ameaças de morte do pai dele, pois é impossivel ele descobrir onde moro, mas sim que ele descarregue a raiva no filho. Não quero que o Cláudio sofra mais, porque eu sei como ele é, eu sei que com isto tudo ele é muito bem capaz de se suicidar.
Mas digo-te, Cláudio se estiveres a ler isto, que nós não vamos acabar, mas sim fazer uma pausa. Quando puderes, estarei aqui à tua espera para continuarmos o nosso amor. Força, estarei sempre contigo.
E mais uma vez puno a sociedade por ser tão repugnante se isto é o mundo moderno, prefiro o mundo antigo onde os Mestres gregos namoravam com os seus aprendizes e a homossexualidade não era considerada tabu nem era discriminada.


De certo modo estou feliz por ter cumprido a promessa ao meu fofo, mas por outro lado temo por ele e não o quero perder.


Cláudio, quero-te, desejo-te, amo-te. Estarei à tua espera, assim que os males da sociedade abandonem a tua vida.


Agora estou triste, muito triste, sei que ele está a sofrer e muito. Mas espero que ele recupere logo, logo e que o pai dele se aperceba do mal que lhe está a fazer.


Aqui fica a nossa música, mais uma vez:

quarta-feira, 31 de março de 2010

Merda, merda, merda

Estou farto, estou a desesperar.
Á pala da sociedade, á pala de tudo, não estou a conseguir ser feliz com o Cláudio.
Amanhã era suposto nos encontrarmos, mas já não vamos. Agora jão não sei quando o vou ver. O mais certo é vermo-nos daqui a 2 anos, quando ambos estivermos na universidade e sem termos que dar explicações ás nossas familias.
Eu vou ser sincero com todos: não sei se vou aguentar dois anos sem o ver, ou tocar. Eu amo-o, juro que o amo, mas acho que não vou conseguir sobreviver sem ele por perto de vez em quando.
Desculpa amor se te estou a fazer sofrer, agora, mas eu também estou a sofrer e muito.
Escrevo aqui para ser o mais sincero possivel com todos vocês. Não estou a dizer que quero acabar contigo, Cláudio, apenas te estou a avisar que não vou aguentar tanto tempo, apesar de te amar muito muito muito e muito. És a primeira pessoa que correspondeu ao meu amor e se eu te largar nunca mais vou encontrar alguém assim.
Vocês, leitores, que sempre nos acompanharam, digam algo, comentem, digam a vossa opinião que sempre nos ajudou.

Amo-te muito, desculpa se te magoei bebé, não era a minha intenção, mas eu também estou a sofrer com isto tudo.

Muitos beijos para ti, fofo.